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Como se preparar para a chegada de um novo ano: cuide do coração, da alimentação e da sua saúde por completo

A virada do ano é sempre um convite para recomeçar, fazer planos e estabelecer metas. Mas, mais do que escrever resoluções em uma lista, preparar-se para o novo ciclo significa olhar para dentro — literalmente. O corpo precisa de atenção, o coração merece cuidado redobrado e a alimentação pode (e deve) ser um pilar que sustenta um ano mais leve e equilibrado.

Pensando nisso, reunimos as principais orientações para iniciar o próximo ano com saúde em dia, disposição renovada e bem-estar em alta.

1 – Comece pelo essencial: cuide do coração

O coração é o motor da vida, e cuidar dele deve ser prioridade o ano inteiro, mas especialmente nos meses de transição, quando muitos hábitos mudam e o ritmo costuma ser mais acelerado.

  • Faça um check-up cardiológico de rotina

Mesmo quem não apresenta sintomas deve passar por uma avaliação anual. Entre os exames mais recomendados estão:

·       Eletrocardiograma

·       Ecocardiograma

·       Teste ergométrico

·       Avaliação do perfil lipídico

·       Medição da pressão arterial

Para pessoas com histórico familiar, sobrepeso ou fatores de risco (tabagismo, sedentarismo, estresse), essa avaliação é ainda mais importante.

  • Monitore a pressão arterial

A hipertensão é silenciosa e muito comum. Criar o hábito de medir a pressão regularmente, seja em casa, farmácias ou consultórios, ajuda a prevenir eventos como infarto e AVC.

  • Cuidado com excessos das festas

O fim do ano costuma trazer refeições mais calóricas, bebidas alcoólicas e variações emocionais. Esses fatores, somados ao estresse, podem sobrecarregar o sistema cardiovascular. Opte por equilíbrio: permita-se aproveitar, mas sem perder o controle.

2 – Ajuste a alimentação para começar o ano com leveza

Finalizar o ano com uma alimentação mais equilibrada não significa fazer dietas restritivas, mas sim adotar pequenas mudanças com grande impacto.

  • Priorize alimentos naturais

Inclua mais:

·       Frutas ricas em fibras

·       Verduras e legumes variados

·       Grãos integrais

·       Oleaginosas como castanhas, nozes e amêndoas

·       Peixes ricos em ômega-3

Esses alimentos ajudam a controlar o colesterol, melhorar a digestão e manter a energia.

  • Hidrate-se muito

A ingestão adequada de água regula funções vitais, melhora a circulação, reduz a retenção de líquidos e auxilia o funcionamento renal. Uma boa meta é beber de 30 a 35 ml por kg de peso, ajustando conforme calor, atividades físicas e necessidades individuais.

  • Planeje suas refeições

Com o ritmo intenso de dezembro, organizar o cardápio semanal é uma ótima estratégia para tentar manter a rotina. Isso evita improvisos, facilita escolhas saudáveis e reduz gastos.

  • Equilíbrio é palavra-chave

O segredo para manter a saúde sem cair em exageros é variar o prato, diminuir alimentos ultraprocessados e controlar a quantidade de açúcar, sal e gorduras saturadas.

3 – Coloque seus exames de rotina em dia

O final/início do ano é o período perfeito para atualizar o calendário de exames, já que isso ajuda a mapear sua saúde e prevenir problemas futuros.

Exames importantes para adultos:

·       Hemograma completo

·       Glicemia e hemoglobina glicada

·       Perfil lipídico

·       Função hepática e renal

·       Avaliação hormonal (quando indicado)

·       Exames ginecológicos ou urológicos

·       Exames de imagem solicitados pelo médico

Fazer esses exames regularmente permite detectar doenças no começo, quando são mais fáceis de tratar, e montar um plano de cuidados mais assertivo.

4 – Tenha uma rotina ativa: mexa o corpo

Atividade física é fundamental para a saúde cardiovascular, imunidade, qualidade do sono e bem-estar emocional.

  • Como começar?

·       Caminhadas de 30 minutos por dia

·       Aulas de dança, pilates ou musculação

·       Exercícios leves em casa

·       Trocar elevador por escadas, carro por passos sempre que possível

O importante é escolher uma atividade que você goste. Assim, a chance de manter a continuidade aumenta muito.

5 – Durma melhor para viver melhor

Sono regular é tão importante quanto alimentação e exercícios. No final do ano, com festas e compromissos, é comum dormir mal e isso impacta todo o corpo.

Dicas para regular o sono:

·       Evite telas 1 hora antes de dormir

·       Mantenha um horário fixo para deitar e levantar

·       Priorize ambientes escuros e silenciosos

·       Evite refeições pesadas à noite

Um sono de qualidade fortalece o coração, reduz o estresse, melhora a memória e regula hormônios vitais.

6 – Cuide da saúde mental: ela faz parte do processo

Sentimentos de ansiedade, cobrança e expectativa podem se intensificar nessa época do ano. Por isso, cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo.

Inclua na rotina:

·       Momentos de pausa e respiração

·       Atividades relaxantes

·       Terapia, quando possível

·       Convivência com pessoas que agregam

Organizar metas realistas e não se comparar também ajuda a reduzir o peso emocional da virada.

7 – Pequenos hábitos que fazem grande diferença

·       Reduza o consumo de álcool

·       Evite o cigarro

·       Faça acompanhamento regular com médicos

·       Tenha um calendário anual de consultas

·       Mantenha suas vacinas em dia

Essas atitudes simples têm impacto profundo na qualidade de vida.

Começar bem um novo ano faz toda a diferença

Preparar-se para a chegada de um novo ano vai além das listas de metas, significa cuidar do corpo, do coração e da mente. Colocar a saúde em primeiro lugar é o melhor presente que você pode dar a si mesmo para viver um ciclo mais leve, produtivo e feliz.

Seja ajustando a alimentação, atualizando os exames, organizando a rotina ou fortalecendo hábitos positivos, cada passo conta. E quanto mais cedo você começar, maiores serão os resultados ao longo do ano.

Consulta com cardiologista na CTCor

É extremamente importante marcar uma consulta com o cardiologista para fazer um check-up geral e saber como está a saúde do seu coração. Entre em contato conosco e agende um horário com o nosso especialista!

☎ Telefone: (11) 4724-8958

📱 WhatsApp: Mogi das Cruzes (11) 99604-3078 / Suzano (11) 99604-2222

📍 Unidade Mogi das Cruzes: Rua Antônio Meyer, 64 – Jardim Santista

📍 Unidade Suzano: Rua 15 de Novembro, 239 – Jardim Guaio

⏰ Segunda a sexta-feira: das 8h às 18h. Sábado: das 8h às 12h

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Batimentos cardíacos: o que são, como funcionam e sua importância para a saúde

Os batimentos cardíacos são um dos principais indicadores da saúde do coração e do sistema circulatório. A frequência cardíaca, medida em batimentos por minuto (bpm), pode variar conforme a idade, condição física e estado emocional de uma pessoa.

Entender como funciona o ritmo cardíaco e como ele influencia a saúde é fundamental para a prevenção de doenças cardiovasculares e para a melhoria da qualidade de vida.

Monitorar a frequência cardíaca, adotar hábitos saudáveis e buscar acompanhamento médico regular são passos essenciais para manter o bem-estar e prevenir doenças cardíacas.


Como funcionam os batimentos cardíacos?

O coração é um órgão muscular que bombeia o sangue para todo o corpo. Ele funciona por meio de contrações ritmadas, impulsionadas por sinais elétricos gerados pelo nodo sinoatrial (SA), localizado no átrio direito. Esse nodo age como um marcapasso natural, controlando a velocidade e a regularidade dos batimentos cardíacos.


Frequência cardíaca normal

A frequência cardíaca normal varia de acordo com fatores como idade e nível de condicionamento físico. Em adultos saudáveis, a frequência cardíaca em repouso geralmente fica entre 60 e 100 bpm. Atletas bem condicionados podem apresentar frequências inferiores a 60 bpm, devido à maior eficiência do coração.

Frequências cardíacas normais por faixa etária:

·       Recém-nascidos: 100 a 160 bpm

·       Crianças de 1 a 10 anos: 70 a 120 bpm

·       Adolescentes e adultos: 60 a 100 bpm

·       Idosos: pode variar, mas geralmente entre 60 e 90 bpm


Fatores que influenciam os batimentos cardíacos

Vários fatores podem afetar a frequência cardíaca, incluindo:

·       Atividade física: o exercício aumenta a frequência cardíaca temporariamente para suprir a demanda de oxigênio do corpo.

·       Estresse e emoções: ansiedade, medo e estresse podem acelerar os batimentos cardíacos.

·       Medicamentos: betabloqueadores, estimulantes e outros fármacos podem reduzir ou aumentar a frequência cardíaca.

·       Doenças e condições médicas: febre, anemia, hipertireoidismo e doenças cardiovasculares podem influenciar os batimentos cardíacos.

·       Consumo de substâncias: cafeína, nicotina e álcool podem impactar o ritmo cardíaco.


Quando a frequência cardíaca indica problemas de saúde?

Uma frequência cardíaca muito alta ou muito baixa pode indicar problemas de saúde. Algumas condições importantes incluem:

·       Taquicardia: é quando a frequência cardíaca está acima de 100 bpm em repouso. Pode estar associada a estresse, febre, anemia, insuficiência cardíaca ou arritmias graves.

·       Bradicardia: é quando a frequência cardíaca está abaixo de 60 bpm em repouso. Em alguns casos, pode ser normal para atletas, mas também pode indicar disfunção do nodo SA ou bloqueio cardíaco.

·       Arritmias: batimentos cardíacos irregulares podem indicar problemas elétricos no coração, como fibrilação atrial, extrassístoles ou bloqueios cardíacos.


Como monitorar os batimentos cardíacos?

Monitorar a frequência cardíaca pode ajudar a detectar alterações precoces na saúde cardiovascular. Algumas formas de monitoramento incluem:

·       Medição manual: coloque dois dedos no pulso ou no pescoço, conte os batimentos por 15 segundos e multiplique por quatro.

·       Aparelhos eletrônicos: smartwatches, monitores de frequência cardíaca e oxímetros podem fornecer leituras precisas.

·       Eletrocardiograma (ECG): exame médico que avalia a atividade elétrica do coração.


Dicas para manter uma frequência cardíaca saudável

Para manter os batimentos cardíacos dentro de uma faixa saudável, é essencial adotar um estilo de vida equilibrado:

·       Praticar atividades físicas regularmente: exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e ciclismo, fortalecem o coração.

·       Ter uma alimentação equilibrada: consuma frutas, vegetais, gorduras saudáveis e evite alimentos ultraprocessados.

·       Reduzir o estresse: práticas como meditação e respiração profunda ajudam a manter os batimentos sob controle.

·       Evitar substâncias prejudiciais: modere o consumo de cafeína, álcool e evite o tabagismo.

·       Fazer check-ups regulares: consultar um cardiologista periodicamente ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares.


Consulta com cardiologista na CTCor

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Pré-natal cardiológico: a importância de cuidar do coração durante a gestação

A gestação é um período de grandes mudanças no corpo da mulher, incluindo a demanda aumentada sobre o sistema cardiovascular.

O pré-natal cardiológico é essencial para garantir a saúde do coração da gestante e do bebê, especialmente em casos de mulheres com condições cardíacas pré-existentes ou risco elevado de complicações, e assegurar uma gravidez segura e saudável.

Cada gestação é única e o cuidado individualizado é a chave para um pré-natal bem-sucedido. Assim, contar com a orientação de um cardiologista especializado é uma medida fundamental para garantir tranquilidade durante toda a gravidez, afinal, a avaliação precoce e o acompanhamento contínuo ajudam a prevenir complicações graves.

 

Por que o pré-natal cardiológico é importante?

Durante a gravidez, o volume de sangue no corpo da mulher aumenta em até 50%, o que exige maior esforço do coração. Isso pode exacerbar condições cardíacas já existentes ou levar ao surgimento de novas complicações.

O pré-natal cardiológico visa monitorar a saúde cardiovascular da gestante e prevenir ou tratar problemas cardíacos que possam surgir ou piorar durante a gestação.

Entre as condições que podem aumentar o risco cardiovascular na gravidez, destacam-se:

  • Doenças cardíacas congênitas (quando a mulher já nasceu com algum problema no coração);

  • Hipertensão arterial (pressão alta crônica ou hipertensão gestacional);

  • Doenças das válvulas cardíacas;

  • Arritmias cardíacas (alterações no ritmo do coração);

  • Cardiomiopatia (doença do músculo cardíaco).

Mulheres com histórico de infarto, cirurgia cardíaca ou outras condições mais graves precisam de acompanhamento especializado durante todo o período gestacional.

 

Quem deve fazer o pré-natal cardiológico?

Embora todas as mulheres possam se beneficiar de um acompanhamento cardiológico, há grupos de maior risco que devem receber atenção redobrada:

  • Mulheres com histórico de problemas cardíacos (congênitos ou adquiridos);

  • Gestantes com hipertensão crônica;

  • Pacientes com diabetes (que aumenta o risco de doenças cardiovasculares);

  • Idade avançada (acima dos 35 anos);

  • Obesidade;

  • Mulheres que apresentaram complicações cardiovasculares em gestações anteriores;

  • Gestantes com histórico familiar de doenças cardíacas.

Em muitos casos, o obstetra indicará uma consulta com o cardiologista logo nas primeiras semanas de gravidez para avaliar a necessidade de um acompanhamento mais detalhado.

 

Exames cardiológicos no pré-natal

O pré-natal cardiológico inclui uma série de exames que ajudam a identificar possíveis problemas e acompanhar a evolução da saúde cardiovascular da gestante. Os exames mais comuns incluem:

  1. Eletrocardiograma (ECG): avalia a atividade elétrica do coração, identificando arritmias e outros problemas cardíacos.

  2. Ecocardiograma: um ultrassom específico do coração, que permite avaliar a anatomia e o funcionamento do órgão, bem como a circulação sanguínea. É especialmente importante para pacientes com suspeita de doenças das válvulas ou cardiomiopatia.

  3. Teste ergométrico (teste de esforço): pode ser solicitado em alguns casos para avaliar como o coração se comporta durante o esforço físico.

  4. Holter 24 horas: um dispositivo que monitora continuamente a atividade cardíaca por 24 horas, ajudando a detectar arritmias que ocorrem de forma intermitente.

  5. Mapa de pressão arterial: medida contínua da pressão arterial ao longo de 24 horas, útil para identificar casos de hipertensão gestacional ou pré-eclâmpsia.

 

Principais complicações cardíacas na gestação

Existem algumas complicações cardiovasculares específicas que podem surgir durante a gestação e precisam de acompanhamento especializado:

  • Hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia: condições em que a pressão arterial aumenta durante a gravidez, podendo afetar gravemente a saúde da mãe e do bebê. O controle rigoroso da pressão arterial é essencial para prevenir complicações mais graves, como eclâmpsia (convulsões) e desprendimento prematuro da placenta.

  • Síndrome de Eisenmenger: uma condição associada à hipertensão pulmonar e problemas congênitos no coração. A gestação é contraindicada nesses casos, pois representa risco elevado de morte tanto para a mãe quanto para o bebê.

  • Insuficiência cardíaca: a sobrecarga no coração durante a gravidez pode desencadear ou agravar quadros de insuficiência cardíaca. Mulheres com histórico dessa condição devem ser monitoradas de perto.

 

Cuidados e acompanhamento durante a gestação

Além do acompanhamento cardiológico regular, algumas recomendações são importantes para garantir a saúde cardiovascular da gestante:

  • Monitoramento frequente da pressão arterial: a hipertensão deve ser controlada rigorosamente para evitar complicações como pré-eclâmpsia e eclâmpsia.

  • Dieta equilibrada: a alimentação deve ser rica em nutrientes e pobre em sal, para controlar a pressão arterial e evitar ganho excessivo de peso.

  • Exercícios físicos moderados: o cardiologista e o obstetra podem orientar sobre a prática segura de atividades físicas, evitando esforço excessivo e sobrecarga do coração.

  • Uso de medicações específicas: em casos de doenças cardíacas preexistentes ou complicações surgidas durante a gestação, o cardiologista poderá prescrever medicamentos específicos, sempre levando em consideração a segurança para o bebê.

 

Consulta com cardiologista e exames cardiológicos na CTCor

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