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Batimentos cardíacos: o que são, como funcionam e sua importância para a saúde

Os batimentos cardíacos são um dos principais indicadores da saúde do coração e do sistema circulatório. A frequência cardíaca, medida em batimentos por minuto (bpm), pode variar conforme a idade, condição física e estado emocional de uma pessoa.

Entender como funciona o ritmo cardíaco e como ele influencia a saúde é fundamental para a prevenção de doenças cardiovasculares e para a melhoria da qualidade de vida.

Monitorar a frequência cardíaca, adotar hábitos saudáveis e buscar acompanhamento médico regular são passos essenciais para manter o bem-estar e prevenir doenças cardíacas.


Como funcionam os batimentos cardíacos?

O coração é um órgão muscular que bombeia o sangue para todo o corpo. Ele funciona por meio de contrações ritmadas, impulsionadas por sinais elétricos gerados pelo nodo sinoatrial (SA), localizado no átrio direito. Esse nodo age como um marcapasso natural, controlando a velocidade e a regularidade dos batimentos cardíacos.


Frequência cardíaca normal

A frequência cardíaca normal varia de acordo com fatores como idade e nível de condicionamento físico. Em adultos saudáveis, a frequência cardíaca em repouso geralmente fica entre 60 e 100 bpm. Atletas bem condicionados podem apresentar frequências inferiores a 60 bpm, devido à maior eficiência do coração.

Frequências cardíacas normais por faixa etária:

·       Recém-nascidos: 100 a 160 bpm

·       Crianças de 1 a 10 anos: 70 a 120 bpm

·       Adolescentes e adultos: 60 a 100 bpm

·       Idosos: pode variar, mas geralmente entre 60 e 90 bpm


Fatores que influenciam os batimentos cardíacos

Vários fatores podem afetar a frequência cardíaca, incluindo:

·       Atividade física: o exercício aumenta a frequência cardíaca temporariamente para suprir a demanda de oxigênio do corpo.

·       Estresse e emoções: ansiedade, medo e estresse podem acelerar os batimentos cardíacos.

·       Medicamentos: betabloqueadores, estimulantes e outros fármacos podem reduzir ou aumentar a frequência cardíaca.

·       Doenças e condições médicas: febre, anemia, hipertireoidismo e doenças cardiovasculares podem influenciar os batimentos cardíacos.

·       Consumo de substâncias: cafeína, nicotina e álcool podem impactar o ritmo cardíaco.


Quando a frequência cardíaca indica problemas de saúde?

Uma frequência cardíaca muito alta ou muito baixa pode indicar problemas de saúde. Algumas condições importantes incluem:

·       Taquicardia: é quando a frequência cardíaca está acima de 100 bpm em repouso. Pode estar associada a estresse, febre, anemia, insuficiência cardíaca ou arritmias graves.

·       Bradicardia: é quando a frequência cardíaca está abaixo de 60 bpm em repouso. Em alguns casos, pode ser normal para atletas, mas também pode indicar disfunção do nodo SA ou bloqueio cardíaco.

·       Arritmias: batimentos cardíacos irregulares podem indicar problemas elétricos no coração, como fibrilação atrial, extrassístoles ou bloqueios cardíacos.


Como monitorar os batimentos cardíacos?

Monitorar a frequência cardíaca pode ajudar a detectar alterações precoces na saúde cardiovascular. Algumas formas de monitoramento incluem:

·       Medição manual: coloque dois dedos no pulso ou no pescoço, conte os batimentos por 15 segundos e multiplique por quatro.

·       Aparelhos eletrônicos: smartwatches, monitores de frequência cardíaca e oxímetros podem fornecer leituras precisas.

·       Eletrocardiograma (ECG): exame médico que avalia a atividade elétrica do coração.


Dicas para manter uma frequência cardíaca saudável

Para manter os batimentos cardíacos dentro de uma faixa saudável, é essencial adotar um estilo de vida equilibrado:

·       Praticar atividades físicas regularmente: exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e ciclismo, fortalecem o coração.

·       Ter uma alimentação equilibrada: consuma frutas, vegetais, gorduras saudáveis e evite alimentos ultraprocessados.

·       Reduzir o estresse: práticas como meditação e respiração profunda ajudam a manter os batimentos sob controle.

·       Evitar substâncias prejudiciais: modere o consumo de cafeína, álcool e evite o tabagismo.

·       Fazer check-ups regulares: consultar um cardiologista periodicamente ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares.


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Pré-natal cardiológico: a importância de cuidar do coração durante a gestação

A gestação é um período de grandes mudanças no corpo da mulher, incluindo a demanda aumentada sobre o sistema cardiovascular.

O pré-natal cardiológico é essencial para garantir a saúde do coração da gestante e do bebê, especialmente em casos de mulheres com condições cardíacas pré-existentes ou risco elevado de complicações, e assegurar uma gravidez segura e saudável.

Cada gestação é única e o cuidado individualizado é a chave para um pré-natal bem-sucedido. Assim, contar com a orientação de um cardiologista especializado é uma medida fundamental para garantir tranquilidade durante toda a gravidez, afinal, a avaliação precoce e o acompanhamento contínuo ajudam a prevenir complicações graves.

 

Por que o pré-natal cardiológico é importante?

Durante a gravidez, o volume de sangue no corpo da mulher aumenta em até 50%, o que exige maior esforço do coração. Isso pode exacerbar condições cardíacas já existentes ou levar ao surgimento de novas complicações.

O pré-natal cardiológico visa monitorar a saúde cardiovascular da gestante e prevenir ou tratar problemas cardíacos que possam surgir ou piorar durante a gestação.

Entre as condições que podem aumentar o risco cardiovascular na gravidez, destacam-se:

  • Doenças cardíacas congênitas (quando a mulher já nasceu com algum problema no coração);

  • Hipertensão arterial (pressão alta crônica ou hipertensão gestacional);

  • Doenças das válvulas cardíacas;

  • Arritmias cardíacas (alterações no ritmo do coração);

  • Cardiomiopatia (doença do músculo cardíaco).

Mulheres com histórico de infarto, cirurgia cardíaca ou outras condições mais graves precisam de acompanhamento especializado durante todo o período gestacional.

 

Quem deve fazer o pré-natal cardiológico?

Embora todas as mulheres possam se beneficiar de um acompanhamento cardiológico, há grupos de maior risco que devem receber atenção redobrada:

  • Mulheres com histórico de problemas cardíacos (congênitos ou adquiridos);

  • Gestantes com hipertensão crônica;

  • Pacientes com diabetes (que aumenta o risco de doenças cardiovasculares);

  • Idade avançada (acima dos 35 anos);

  • Obesidade;

  • Mulheres que apresentaram complicações cardiovasculares em gestações anteriores;

  • Gestantes com histórico familiar de doenças cardíacas.

Em muitos casos, o obstetra indicará uma consulta com o cardiologista logo nas primeiras semanas de gravidez para avaliar a necessidade de um acompanhamento mais detalhado.

 

Exames cardiológicos no pré-natal

O pré-natal cardiológico inclui uma série de exames que ajudam a identificar possíveis problemas e acompanhar a evolução da saúde cardiovascular da gestante. Os exames mais comuns incluem:

  1. Eletrocardiograma (ECG): avalia a atividade elétrica do coração, identificando arritmias e outros problemas cardíacos.

  2. Ecocardiograma: um ultrassom específico do coração, que permite avaliar a anatomia e o funcionamento do órgão, bem como a circulação sanguínea. É especialmente importante para pacientes com suspeita de doenças das válvulas ou cardiomiopatia.

  3. Teste ergométrico (teste de esforço): pode ser solicitado em alguns casos para avaliar como o coração se comporta durante o esforço físico.

  4. Holter 24 horas: um dispositivo que monitora continuamente a atividade cardíaca por 24 horas, ajudando a detectar arritmias que ocorrem de forma intermitente.

  5. Mapa de pressão arterial: medida contínua da pressão arterial ao longo de 24 horas, útil para identificar casos de hipertensão gestacional ou pré-eclâmpsia.

 

Principais complicações cardíacas na gestação

Existem algumas complicações cardiovasculares específicas que podem surgir durante a gestação e precisam de acompanhamento especializado:

  • Hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia: condições em que a pressão arterial aumenta durante a gravidez, podendo afetar gravemente a saúde da mãe e do bebê. O controle rigoroso da pressão arterial é essencial para prevenir complicações mais graves, como eclâmpsia (convulsões) e desprendimento prematuro da placenta.

  • Síndrome de Eisenmenger: uma condição associada à hipertensão pulmonar e problemas congênitos no coração. A gestação é contraindicada nesses casos, pois representa risco elevado de morte tanto para a mãe quanto para o bebê.

  • Insuficiência cardíaca: a sobrecarga no coração durante a gravidez pode desencadear ou agravar quadros de insuficiência cardíaca. Mulheres com histórico dessa condição devem ser monitoradas de perto.

 

Cuidados e acompanhamento durante a gestação

Além do acompanhamento cardiológico regular, algumas recomendações são importantes para garantir a saúde cardiovascular da gestante:

  • Monitoramento frequente da pressão arterial: a hipertensão deve ser controlada rigorosamente para evitar complicações como pré-eclâmpsia e eclâmpsia.

  • Dieta equilibrada: a alimentação deve ser rica em nutrientes e pobre em sal, para controlar a pressão arterial e evitar ganho excessivo de peso.

  • Exercícios físicos moderados: o cardiologista e o obstetra podem orientar sobre a prática segura de atividades físicas, evitando esforço excessivo e sobrecarga do coração.

  • Uso de medicações específicas: em casos de doenças cardíacas preexistentes ou complicações surgidas durante a gestação, o cardiologista poderá prescrever medicamentos específicos, sempre levando em consideração a segurança para o bebê.

 

Consulta com cardiologista e exames cardiológicos na CTCor

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