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Batimentos cardíacos: o que são, como funcionam e sua importância para a saúde

Os batimentos cardíacos são um dos principais indicadores da saúde do coração e do sistema circulatório. A frequência cardíaca, medida em batimentos por minuto (bpm), pode variar conforme a idade, condição física e estado emocional de uma pessoa.

Entender como funciona o ritmo cardíaco e como ele influencia a saúde é fundamental para a prevenção de doenças cardiovasculares e para a melhoria da qualidade de vida.

Monitorar a frequência cardíaca, adotar hábitos saudáveis e buscar acompanhamento médico regular são passos essenciais para manter o bem-estar e prevenir doenças cardíacas.


Como funcionam os batimentos cardíacos?

O coração é um órgão muscular que bombeia o sangue para todo o corpo. Ele funciona por meio de contrações ritmadas, impulsionadas por sinais elétricos gerados pelo nodo sinoatrial (SA), localizado no átrio direito. Esse nodo age como um marcapasso natural, controlando a velocidade e a regularidade dos batimentos cardíacos.


Frequência cardíaca normal

A frequência cardíaca normal varia de acordo com fatores como idade e nível de condicionamento físico. Em adultos saudáveis, a frequência cardíaca em repouso geralmente fica entre 60 e 100 bpm. Atletas bem condicionados podem apresentar frequências inferiores a 60 bpm, devido à maior eficiência do coração.

Frequências cardíacas normais por faixa etária:

·       Recém-nascidos: 100 a 160 bpm

·       Crianças de 1 a 10 anos: 70 a 120 bpm

·       Adolescentes e adultos: 60 a 100 bpm

·       Idosos: pode variar, mas geralmente entre 60 e 90 bpm


Fatores que influenciam os batimentos cardíacos

Vários fatores podem afetar a frequência cardíaca, incluindo:

·       Atividade física: o exercício aumenta a frequência cardíaca temporariamente para suprir a demanda de oxigênio do corpo.

·       Estresse e emoções: ansiedade, medo e estresse podem acelerar os batimentos cardíacos.

·       Medicamentos: betabloqueadores, estimulantes e outros fármacos podem reduzir ou aumentar a frequência cardíaca.

·       Doenças e condições médicas: febre, anemia, hipertireoidismo e doenças cardiovasculares podem influenciar os batimentos cardíacos.

·       Consumo de substâncias: cafeína, nicotina e álcool podem impactar o ritmo cardíaco.


Quando a frequência cardíaca indica problemas de saúde?

Uma frequência cardíaca muito alta ou muito baixa pode indicar problemas de saúde. Algumas condições importantes incluem:

·       Taquicardia: é quando a frequência cardíaca está acima de 100 bpm em repouso. Pode estar associada a estresse, febre, anemia, insuficiência cardíaca ou arritmias graves.

·       Bradicardia: é quando a frequência cardíaca está abaixo de 60 bpm em repouso. Em alguns casos, pode ser normal para atletas, mas também pode indicar disfunção do nodo SA ou bloqueio cardíaco.

·       Arritmias: batimentos cardíacos irregulares podem indicar problemas elétricos no coração, como fibrilação atrial, extrassístoles ou bloqueios cardíacos.


Como monitorar os batimentos cardíacos?

Monitorar a frequência cardíaca pode ajudar a detectar alterações precoces na saúde cardiovascular. Algumas formas de monitoramento incluem:

·       Medição manual: coloque dois dedos no pulso ou no pescoço, conte os batimentos por 15 segundos e multiplique por quatro.

·       Aparelhos eletrônicos: smartwatches, monitores de frequência cardíaca e oxímetros podem fornecer leituras precisas.

·       Eletrocardiograma (ECG): exame médico que avalia a atividade elétrica do coração.


Dicas para manter uma frequência cardíaca saudável

Para manter os batimentos cardíacos dentro de uma faixa saudável, é essencial adotar um estilo de vida equilibrado:

·       Praticar atividades físicas regularmente: exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e ciclismo, fortalecem o coração.

·       Ter uma alimentação equilibrada: consuma frutas, vegetais, gorduras saudáveis e evite alimentos ultraprocessados.

·       Reduzir o estresse: práticas como meditação e respiração profunda ajudam a manter os batimentos sob controle.

·       Evitar substâncias prejudiciais: modere o consumo de cafeína, álcool e evite o tabagismo.

·       Fazer check-ups regulares: consultar um cardiologista periodicamente ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares.


Consulta com cardiologista na CTCor

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Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA): o que é e por que é importante?

A pressão arterial elevada é uma das condições de saúde mais comuns e preocupantes, sendo um fator de risco significativo para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

A Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) surge como uma ferramenta essencial para acompanhar a saúde cardiovascular de forma prática, acessível e extremamente eficaz.

Ao integrá-la à rotina de acompanhamento médico, é possível obter um controle mais detalhado da pressão arterial, prevenir complicações e alcançar resultados mais consistentes no tratamento.

 

O que é a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA)?

A Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) consiste no registro periódico da pressão arterial em casa, por meio de aparelhos automáticos e validados.

Esse método permite uma avaliação mais precisa das variações da pressão ao longo do dia e de vários dias, oferecendo informações complementares às medições feitas no consultório médico.

 

Como funciona a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA)?

  1. Frequência e duração
    • A MRPA é realizada por 5 dias consecutivos.
    • São feitas duas medições diárias, uma pela manhã e outra à noite.

 

  1. Procedimento correto
    Para garantir a precisão das medições:
    • O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 5 minutos antes da medição.
    • A pressão deve ser medida na posição sentada, com o braço apoiado na altura do coração.
    • Evite exercícios físicos, cafeína ou tabaco pelo menos 30 minutos antes da medição.

 

  1. Registro dos dados
    • Os valores medidos podem ser anotados manualmente ou armazenados digitalmente no aparelho.
    • Esses registros serão analisados posteriormente pelo médico.

 

Benefícios da Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA)

  • Diagnóstico mais preciso:

A MRPA ajuda a identificar situações como:

·       Hipertensão do avental branco: Pressão arterial elevada apenas no consultório médico.

·       Hipertensão mascarada: Pressão arterial normal no consultório, mas elevada em casa.

 

  • Monitoramento contínuo:

Permite avaliar a eficácia do tratamento anti-hipertensivo e realizar ajustes, se necessário.

 

  • Engajamento do paciente:

Ao participar ativamente do monitoramento, o paciente se torna mais consciente de sua saúde e aderente ao tratamento.

 

  • Redução de custos:

Evita visitas desnecessárias ao consultório e exames mais complexos.

 

Quando a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) é indicada?

·       Suspeita de hipertensão do avental branco ou mascarada.

·       Avaliação de pacientes com diagnóstico recente de hipertensão.

·       Monitoramento de pacientes em uso de medicamentos anti-hipertensivos.

·       Pacientes com condições associadas, como diabetes, doenças renais ou cardiovasculares.

 

MRPA x MAPA: Qual a diferença?

Embora a MRPA e a MAPA sejam exames complementares, elas possuem diferenças importantes:
– MRPA:
• Feita em casa pelo próprio paciente.
• Mede a pressão em momentos específicos (manhã e noite) por vários dias.
• Mais confortável, pois não exige medições frequentes ao longo do dia.

– MAPA:
• Utiliza um aparelho que mede automaticamente a pressão durante 24 horas.
• Inclui medições durante o sono e atividades diárias.
• Pode ser um pouco mais incômodo, pois realiza medições frequentes.

 

Como a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) contribui para a saúde cardiovascular?

A Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) não só auxilia no diagnóstico e monitoramento da hipertensão como também promove uma maior conexão entre o paciente e seu tratamento.

Essa abordagem personalizada permite ajustes mais rápidos e precisos na terapia, reduzindo riscos de complicações e melhorando a qualidade de vida do indivíduo.

 

Consulta com cardiologista e Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) na CTCor

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Comece o ano cuidando da saúde do coração: a importância de mudar a rotina e incluir hábitos saudáveis

O início de um novo ano é um momento de reflexão e renovação. Entre tantas resoluções, cuidar da saúde deve estar no topo da lista.

Especificamente, a saúde do coração merece atenção especial, considerando que as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte no mundo.

Adotar novos hábitos e ajustar a rotina podem fazer toda a diferença para um coração mais forte e uma vida mais longa. É importante sempre se lembrar de que pequenas mudanças no dia a dia podem trazer grandes benefícios.

Começar o ano cuidando do coração é investir em um futuro mais saudável e feliz.


Por que cuidar da saúde do coração?

O coração é o motor do corpo, bombeando sangue e nutrientes essenciais para todos os órgãos. Uma rotina desequilibrada, rica em estresse, alimentação inadequada e falta de atividade física, pode sobrecarregá-lo. Isso aumenta o risco de hipertensão, infarto, insuficiência cardíaca e outros problemas graves.

Com algumas mudanças simples no estilo de vida, é possível prevenir muitas doenças cardiovasculares e garantir qualidade de vida no futuro.


Passos para uma rotina mais saudável

  • Invista em uma alimentação equilibrada

Uma dieta balanceada é um dos pilares da saúde cardiovascular. Inclua alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras e cereais integrais, e opte por fontes magras de proteínas, como peixes e carnes brancas. Reduza o consumo de:

·       Alimentos ultraprocessados;

·       Gorduras saturadas e trans;

·       Sal em excesso;

·       Doces e bebidas adoçadas.

Uma dieta mediterrânea, por exemplo, é rica em gorduras boas (como azeite de oliva), vegetais e peixes, sendo amplamente recomendada para a saúde do coração.


  • Pratique atividade física regularmente

O exercício físico fortalece o coração e melhora a circulação sanguínea. Estudos indicam que ao menos 150 minutos semanais de atividades aeróbicas, como caminhada, corrida ou ciclismo, podem reduzir significativamente o risco de doenças cardiovasculares.


  • Controle o estresse

O estresse crônico aumenta os níveis de cortisol no organismo, contribuindo para a hipertensão e outras condições prejudiciais ao coração. Práticas como meditação, yoga e mindfulness podem ajudar a gerenciar o estresse de forma eficaz.


  • Durma bem

O sono de qualidade é essencial para a regulação da pressão arterial e do ritmo cardíaco. Estabeleça uma rotina de sono, priorizando ao menos sete a oito horas de descanso por noite.


  • Abandone hábitos prejudiciais

O consumo de álcool em excesso e o tabagismo são inimigos do coração. Enquanto o fumo danifica as artérias e reduz o fluxo sanguíneo, o álcool em grandes quantidades pode elevar a pressão arterial.

Parar de fumar e moderar o consumo de bebidas alcoólicas são passos fundamentais para uma saúde cardiovascular duradoura.


  • Monitore sua saúde regularmente

Realize exames periódicos, como o check-up cardiovascular, que inclui avaliações de colesterol, glicemia e pressão arterial. A detecção precoce de fatores de risco pode evitar complicações graves.


Como manter a consistência nas mudanças?

·       Estabeleça metas realistas: pequenas conquistas motivam a continuidade.

·       Busque apoio: praticar atividades físicas com amigos ou familiares torna a experiência mais agradável.

·       Acompanhe seu progresso: utilize aplicativos ou diários para monitorar seus hábitos e resultados.

·       Comemore avanços: reconheça seus esforços e celebre cada melhoria.


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Índice Tornozelo-Braquial (ITB): um importante exame para a saúde vascular e cardiovascular

O Índice Tornozelo-Braquial, também conhecido como ITB, é um exame não invasivo e simples que mede a diferença de pressão arterial entre o tornozelo e o braço.

Esse índice é essencial para avaliar a presença de Doenças Arteriais Periféricas (DAP), uma condição que afeta o fluxo de sangue para os membros inferiores e pode indicar riscos cardiovasculares.

Por ser um exame acessível e eficiente, ele permite uma abordagem preventiva, auxiliando na identificação precoce de problemas vasculares e na adoção de medidas que podem prevenir complicações graves.

 

O que é o ITB?

O ITB é uma relação entre a pressão arterial sistólica medida no tornozelo e a pressão arterial sistólica no braço. Um valor reduzido do ITB sugere a presença de obstruções nas artérias das pernas, refletindo a possibilidade de doenças como a aterosclerose. Essa relação é um indicador confiável de problemas no sistema vascular e pode prevenir complicações ao identificar doenças precocemente.

 

A importância do ITB

O Índice Tornozelo-Braquial tem um papel crucial na identificação e monitoramento de doenças arteriais periféricas, além de ser um preditor de doenças cardiovasculares em geral, como:

·       Diagnóstico de Doenças Arteriais Periféricas (DAP): o ITB é considerado o exame padrão para detectar DAP, ajudando no diagnóstico de estreitamentos ou bloqueios arteriais.

·       Risco de doenças cardíacas e AVC: estudos mostram que um ITB baixo está associado a um risco maior de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC.

·       Acompanhamento de pacientes com DAP: pacientes que já possuem diagnóstico de DAP podem usar o ITB para monitorar a evolução da doença.

·       Prevenção: o exame identifica problemas antes que eles se agravem, permitindo que o paciente adote mudanças no estilo de vida e receba tratamentos preventivo.

 

Quando é indicada a realização do ITB?

O exame de ITB é geralmente recomendado para pacientes com fatores de risco, incluindo:

·       Idade acima de 50 anos;

·       Histórico de tabagismo;

·       Hipertensão arterial;

·       Diabetes mellitus;

·       Colesterol elevado;

·       Histórico familiar de doenças cardiovasculares.

 

Como o ITB é realizado?

A realização do ITB é simples e rápida, feita com o paciente em repouso. O processo básico inclui:

·       Posicionamento do paciente: ele deve estar deitado em uma posição confortável e relaxada.

·       Medidas de pressão: Uputilizam-se aparelhos de pressão e um doppler para medir a pressão arterial nos dois tornozelos e nos dois braços.

·       Cálculo do ITB: divide-se a pressão sistólica do tornozelo pela pressão sistólica do braço.

 

Fatores que influenciam os resultados do ITB

·       A importância de não fumar antes do exame: o tabagismo pode afetar a circulação e aumentar a pressão arterial temporariamente, levando a resultados inconsistentes. É recomendado que os pacientes evitem fumar antes do exame para obter um resultado mais preciso.

·       Exercício físico e repouso pré-exame: realizar exercícios físicos pouco antes do exame pode alterar a pressão arterial e distorcer os resultados. Idealmente, o paciente deve estar em repouso de 10 a 15 minutos antes do início do exame para garantir uma leitura precisa.

 

Interpretação dos valores de ITB

Os valores de ITB são classificados em faixas que indicam o estado dos vasos sanguíneos:

·       Acima de 1,30: sugere artérias endurecidas e não compressíveis, comuns em pacientes com diabetes.

·       Entre 1,00 e 1,29: indica uma circulação saudável, considerada normal.

·       Entre 0,91 e 0,99: sugere uma circulação levemente reduzida e merece atenção.

·       Entre 0,41 e 0,90: indica presença de DAP leve a moderada.

·       Abaixo de 0,40: aponta DAP severa e maior risco de complicações.

Benefícios do ITB

·       Exame não invasivo: por ser simples e indolor, é amplamente utilizado em clínicas e consultórios.

·       Detecção precoce: ajuda a identificar problemas arteriais antes que sintomas graves apareçam.

·       Custo-benefício: é uma alternativa acessível comparada a outros exames de imagem.

 

Importância da atividade física e reabilitação para melhorar os valores do ITB

A prática de exercício físico regular, especialmente caminhadas, ajuda a aumentar a circulação periférica e melhorar os valores do ITB em pacientes com DAP.

Programas de reabilitação supervisionados são recomendados para esses pacientes, pois além de melhorarem a circulação, também ajudam a reduzir os fatores de risco cardiovascular.

 

Cuidados depois de realizar o ITB e seu acompanhamento

Após a realização do ITB, é recomendável:

·       Consultar um especialista: caso o ITB indique alterações, o paciente deve buscar avaliação de um angiologista ou cardiologista.

·       Acompanhamento regular: pacientes com DAP ou risco cardiovascular devem realizar o exame periodicamente.

·       Estilo de vida saudável: manter um controle rigoroso sobre o peso, alimentação e prática de atividades físicas.

 

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Pré-natal cardiológico: a importância de cuidar do coração durante a gestação

A gestação é um período de grandes mudanças no corpo da mulher, incluindo a demanda aumentada sobre o sistema cardiovascular.

O pré-natal cardiológico é essencial para garantir a saúde do coração da gestante e do bebê, especialmente em casos de mulheres com condições cardíacas pré-existentes ou risco elevado de complicações, e assegurar uma gravidez segura e saudável.

Cada gestação é única e o cuidado individualizado é a chave para um pré-natal bem-sucedido. Assim, contar com a orientação de um cardiologista especializado é uma medida fundamental para garantir tranquilidade durante toda a gravidez, afinal, a avaliação precoce e o acompanhamento contínuo ajudam a prevenir complicações graves.

 

Por que o pré-natal cardiológico é importante?

Durante a gravidez, o volume de sangue no corpo da mulher aumenta em até 50%, o que exige maior esforço do coração. Isso pode exacerbar condições cardíacas já existentes ou levar ao surgimento de novas complicações.

O pré-natal cardiológico visa monitorar a saúde cardiovascular da gestante e prevenir ou tratar problemas cardíacos que possam surgir ou piorar durante a gestação.

Entre as condições que podem aumentar o risco cardiovascular na gravidez, destacam-se:

  • Doenças cardíacas congênitas (quando a mulher já nasceu com algum problema no coração);

  • Hipertensão arterial (pressão alta crônica ou hipertensão gestacional);

  • Doenças das válvulas cardíacas;

  • Arritmias cardíacas (alterações no ritmo do coração);

  • Cardiomiopatia (doença do músculo cardíaco).

Mulheres com histórico de infarto, cirurgia cardíaca ou outras condições mais graves precisam de acompanhamento especializado durante todo o período gestacional.

 

Quem deve fazer o pré-natal cardiológico?

Embora todas as mulheres possam se beneficiar de um acompanhamento cardiológico, há grupos de maior risco que devem receber atenção redobrada:

  • Mulheres com histórico de problemas cardíacos (congênitos ou adquiridos);

  • Gestantes com hipertensão crônica;

  • Pacientes com diabetes (que aumenta o risco de doenças cardiovasculares);

  • Idade avançada (acima dos 35 anos);

  • Obesidade;

  • Mulheres que apresentaram complicações cardiovasculares em gestações anteriores;

  • Gestantes com histórico familiar de doenças cardíacas.

Em muitos casos, o obstetra indicará uma consulta com o cardiologista logo nas primeiras semanas de gravidez para avaliar a necessidade de um acompanhamento mais detalhado.

 

Exames cardiológicos no pré-natal

O pré-natal cardiológico inclui uma série de exames que ajudam a identificar possíveis problemas e acompanhar a evolução da saúde cardiovascular da gestante. Os exames mais comuns incluem:

  1. Eletrocardiograma (ECG): avalia a atividade elétrica do coração, identificando arritmias e outros problemas cardíacos.

  2. Ecocardiograma: um ultrassom específico do coração, que permite avaliar a anatomia e o funcionamento do órgão, bem como a circulação sanguínea. É especialmente importante para pacientes com suspeita de doenças das válvulas ou cardiomiopatia.

  3. Teste ergométrico (teste de esforço): pode ser solicitado em alguns casos para avaliar como o coração se comporta durante o esforço físico.

  4. Holter 24 horas: um dispositivo que monitora continuamente a atividade cardíaca por 24 horas, ajudando a detectar arritmias que ocorrem de forma intermitente.

  5. Mapa de pressão arterial: medida contínua da pressão arterial ao longo de 24 horas, útil para identificar casos de hipertensão gestacional ou pré-eclâmpsia.

 

Principais complicações cardíacas na gestação

Existem algumas complicações cardiovasculares específicas que podem surgir durante a gestação e precisam de acompanhamento especializado:

  • Hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia: condições em que a pressão arterial aumenta durante a gravidez, podendo afetar gravemente a saúde da mãe e do bebê. O controle rigoroso da pressão arterial é essencial para prevenir complicações mais graves, como eclâmpsia (convulsões) e desprendimento prematuro da placenta.

  • Síndrome de Eisenmenger: uma condição associada à hipertensão pulmonar e problemas congênitos no coração. A gestação é contraindicada nesses casos, pois representa risco elevado de morte tanto para a mãe quanto para o bebê.

  • Insuficiência cardíaca: a sobrecarga no coração durante a gravidez pode desencadear ou agravar quadros de insuficiência cardíaca. Mulheres com histórico dessa condição devem ser monitoradas de perto.

 

Cuidados e acompanhamento durante a gestação

Além do acompanhamento cardiológico regular, algumas recomendações são importantes para garantir a saúde cardiovascular da gestante:

  • Monitoramento frequente da pressão arterial: a hipertensão deve ser controlada rigorosamente para evitar complicações como pré-eclâmpsia e eclâmpsia.

  • Dieta equilibrada: a alimentação deve ser rica em nutrientes e pobre em sal, para controlar a pressão arterial e evitar ganho excessivo de peso.

  • Exercícios físicos moderados: o cardiologista e o obstetra podem orientar sobre a prática segura de atividades físicas, evitando esforço excessivo e sobrecarga do coração.

  • Uso de medicações específicas: em casos de doenças cardíacas preexistentes ou complicações surgidas durante a gestação, o cardiologista poderá prescrever medicamentos específicos, sempre levando em consideração a segurança para o bebê.

 

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Ultrassom vascular: um importante exame diagnóstico

O ultrassom vascular, também conhecido como doppler vascular, é uma ferramenta essencial na medicina moderna, utilizada para avaliar a circulação sanguínea nas veias e artérias. Este exame não invasivo é crucial para a detecção e acompanhamento de diversas condições vasculares, desde varizes até doenças arteriais graves.

Com sua capacidade de fornecer informações detalhadas sobre a estrutura e a função dos vasos sanguíneos, o ultrassom vascular desempenha um papel fundamental na detecção precoce de condições que podem levar a complicações graves, como ataques cardíacos, derrames e embolia pulmonar.

Se você ou alguém que você conhece apresenta sintomas como dor nas pernas, inchaço ou histórico de doenças vasculares, consulte um médico para avaliar a necessidade de um ultrassom vascular.

A prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais para manter a saúde vascular em dia.

O que é ultrassom vascular?

O ultrassom vascular é uma técnica de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência para criar imagens das veias e artérias no corpo. Ao contrário de outros exames de imagem, como raios-X ou tomografia computadorizada, o ultrassom não envolve radiação ionizante, tornando-o uma opção segura para pacientes de todas as idades.

Tipos de ultrassom vascular

  • Ultrassom doppler

O ultrassom doppler mede a direção e a velocidade do fluxo sanguíneo dentro dos vasos, utilizando o efeito doppler. É especialmente útil para detectar bloqueios, estenoses (estreitamentos) e coágulos sanguíneos.

  • Ultrassom duplex

O ultrassom duplex combina o ultrassom doppler com o ultrassom tradicional, proporcionando imagens detalhadas da estrutura dos vasos sanguíneos e do fluxo sanguíneo. É a forma mais comum de ultrassom vascular realizada hoje.

Como funciona o ultrassom vascular?

Durante o ultrassom vascular, um transdutor, que é um pequeno dispositivo que emite ondas sonoras, é pressionado contra a pele sobre a área do corpo a ser examinada.

As ondas sonoras viajam através do corpo e são refletidas pelas células sanguíneas em movimento dentro dos vasos sanguíneos. O transdutor captura essas ondas sonoras refletidas e as envia para um computador, que as transforma em imagens dinâmicas.

Quando o ultrassom doppler é usado, ele mede as mudanças na frequência das ondas sonoras à medida que elas são refletidas pelas células sanguíneas em movimento. Essas mudanças de frequência (o efeito doppler) são então usadas para determinar a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo.

Principais indicações do ultrassom vascular

O ultrassom vascular é indicado em uma ampla variedade de situações clínicas, incluindo:

·       Detecção de Doenças Arteriais Periféricas (DAP): avalia o fluxo sanguíneo nas artérias das pernas para detectar estreitamentos ou obstruções que possam causar dor nas pernas ao caminhar (claudicação intermitente).

·       Diagnóstico de aneurismas: detecta dilatações anormais nas artérias, como o aneurisma da aorta abdominal, que podem ser fatais se não forem tratados.

·       Avaliação de varizes e insuficiência venosa: avalia o funcionamento das válvulas nas veias das pernas e ajuda a planejar tratamentos como escleroterapia ou cirurgia.

·       Detecção de Trombose Venosa Orofunda (TVP): identifica coágulos sanguíneos nas veias profundas das pernas, uma condição que pode levar à embolia pulmonar.

·       Avaliação pré-operatória e pós-operatória: usado para planejar cirurgias vasculares e monitorar os resultados após procedimentos como bypass ou angioplastia.

Benefícios do ultrassom vascular

·       Segurança: como não utiliza radiação, é seguro para todos os pacientes, incluindo gestantes e pessoas com condições que as tornam sensíveis à radiação.

·       Não invasivo: o procedimento é indolor e não requer agulhas ou contraste, ao contrário de outras modalidades de imagem.

·       Diagnóstico preciso: proporciona imagens em tempo real e medidas precisas do fluxo sanguíneo, ajudando a identificar problemas vasculares de forma precoce.

·       Rapidez: o exame é relativamente rápido, geralmente levando de 30 a 60 minutos, e os resultados ficam disponíveis com agilidade.

O que esperar durante o ultrassom vascular?

O ultrassom vascular é realizado em ambiente ambulatorial e não requer preparação especial. Para o paciente geralmente é solicitado usar roupas confortáveis e também pode ser orientado a evitar alimentos ou bebidas antes do exame, dependendo da área a ser examinada.

Durante o exame, o paciente se deita em uma mesa de exame e um gel é aplicado na área da pele onde o transdutor será colocado. O gel ajuda a transmitir as ondas sonoras para o corpo. O técnico de ultrassom ou o médico move o transdutor sobre a pele, capturando imagens das veias e artérias em diferentes ângulos.

Após o exame, o gel é limpo da pele e o paciente pode retornar às suas atividades normais imediatamente. Os resultados são interpretados por um médico especialista em radiologia ou em cirurgia vascular e geralmente são discutidos com o paciente em uma consulta subsequente.

Ultrassom vascular na CTCor

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Teste cardiopulmonar: ferramenta valiosa para a avaliação da saúde cardíaca e pulmonar

O teste cardiopulmonar é uma avaliação médica fundamental para entender como o coração e os pulmões funcionam em conjunto durante o exercício físico.

Este exame é amplamente utilizado para diagnosticar condições médicas e monitorar tratamentos cardíacos e pulmonares, orientar programas de reabilitação, além de avaliar a capacidade física de atletas e indivíduos em reabilitação.

O que é o teste cardiopulmonar?

O teste cardiopulmonar é uma avaliação funcional que mede a resposta do coração e dos pulmões ao esforço físico. Ele envolve a realização de exercícios em uma esteira ou bicicleta ergométrica enquanto diversos parâmetros fisiológicos são monitorados em tempo real, incluindo:

·       Frequência cardíaca;

·       Pressão arterial;

·       Consumo de oxigênio (VO2);

·       Produção de dióxido de carbono (VCO2);

·       Ventilação pulmonar.

Por que o teste cardiopulmonar é importante?

·       Diagnóstico de doenças cardíacas e pulmonares: ajuda a identificar doenças como insuficiência cardíaca, doença arterial coronariana, hipertensão pulmonar, asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

·       Avaliação da capacidade funcional: mede a capacidade funcional e a aptidão física de atletas e pessoas que passam por programas de reabilitação cardiopulmonar.

·       Prognóstico e monitoramento: acompanha a evolução de doenças crônicas e a eficácia de tratamentos médicos ou de programas de exercício físico.

Benefícios do teste cardiopulmonar

·       Avaliação precisa da capacidade funcional: o teste oferece uma medição detalhada e precisa da capacidade funcional cardiovascular e pulmonar, permitindo uma avaliação mais objetiva do estado de saúde do paciente.

·       Personalização de programas de exercício: os dados obtidos do teste são essenciais para criar programas de exercício personalizados, especialmente para atletas e pacientes em reabilitação.

·       Monitoramento de progressão de doenças: ajuda a monitorar a progressão de doenças crônicas e a resposta ao tratamento, permitindo ajustes necessários para melhorar a eficácia terapêutica.

Indicações comuns para o teste cardiopulmonar

·       Dispneia de origem indeterminada: quando a causa da falta de ar não é clara, o teste pode ajudar a distinguir entre causas cardíacas, pulmonares ou descondicionamento físico.

·       Avaliação pré-operatória: especialmente antes de cirurgias de grande porte, como transplantes de órgãos, para avaliar o risco cirúrgico e a capacidade funcional do paciente.

·       Reabilitação cardíaca e pulmonar: para criar e ajustar programas de reabilitação para pacientes com doenças cardíacas ou pulmonares crônicas.

·       Avaliação de atletas: para medir a aptidão física e planejar treinos mais eficazes.

Como é realizado o teste cardiopulmonar?

Antes do teste, um médico realizará uma avaliação clínica completa, incluindo uma anamnese detalhada e exames físicos. O paciente será orientado a usar roupas confortáveis e, em alguns casos, pode ser necessário interromper certos medicamentos que podem influenciar os resultados.

·       Preparação: eletrodos são colocados no peito do paciente para monitorar a atividade elétrica do coração (ECG). Um sensor é fixado no dedo ou na orelha para medir a saturação de oxigênio no sangue. Uma máscara ou bocal é usado para coletar e analisar os gases respiratórios.

·       Início do teste: o paciente começa a caminhar ou pedalar em um ritmo leve, que é gradualmente aumentado em intensidade. O objetivo é levar o paciente ao seu limite máximo de esforço tolerável.

·       Monitoramento: durante todo o teste, a equipe médica monitora continuamente a frequência cardíaca, pressão arterial, ECG e os parâmetros respiratórios.

·       Pós-teste: após o término do teste, o paciente passa por um período de recuperação, onde os sinais vitais continuam a ser monitorados enquanto a intensidade do exercício é reduzida gradualmente.

Interpretação dos resultados do teste cardiopulmonar

Os resultados do teste cardiopulmonar são interpretados por um médico especializado, que analisará vários parâmetros para determinar a capacidade funcional do paciente e identificar possíveis anormalidades. Alguns dos principais indicadores incluem:

·       VO2 máximo: a quantidade máxima de oxigênio que o corpo pode utilizar durante o exercício. É um dos melhores indicadores de aptidão cardiovascular.

·       Limite anaeróbico: o ponto em que o corpo começa a produzir ácido lático mais rapidamente do que pode ser removido. Indica a eficiência do metabolismo durante o exercício.

·       Índice de ventilação-perfusão: a relação entre ventilação pulmonar e perfusão sanguínea, que pode indicar a presença de doenças pulmonares.

·       Índice de troca respiratória (RER): a relação entre o volume de dióxido de carbono produzido e o volume de oxigênio consumido, indicando o tipo de substrato (carboidratos ou gorduras) que está sendo usado para energia.

·       Pico de pressão expiratória (PEmax): avalia a força dos músculos respiratórios, importante para diagnosticar fraqueza muscular respiratória.

·       Desaturação de oxigênio: medida da queda na saturação de oxigênio no sangue durante o exercício, útil para identificar problemas pulmonares ou cardiovasculares.

Cuidados e precauções com o teste cardiopulmonar

Embora o teste cardiopulmonar seja geralmente seguro, existem algumas precauções que devem ser tomadas:

·       Contraindicações: pacientes com infarto agudo do miocárdio recente, arritmias graves não controladas ou insuficiência cardíaca descompensada devem evitar o teste.

·       Riscos: há um risco mínimo de complicações, como arritmias, pressão arterial elevada ou baixa, e, raramente, eventos cardiovasculares agudos. A presença de uma equipe médica treinada minimiza esses riscos.

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