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Como cuidar do cérebro ao longo da vida: hábitos para preservar funções cognitivas

O cérebro é o órgão mais complexo do corpo humano, responsável por coordenar pensamentos, memórias, emoções, movimentos e funções vitais. Preservar a saúde cerebral é fundamental para garantir qualidade de vida, bem-estar emocional e autonomia em todas as fases da vida. Embora o envelhecimento natural traga mudanças cognitivas, é possível adotar hábitos que protejam e fortaleçam as funções cerebrais.

1 – Alimentação saudável para o cérebro

O cérebro depende de nutrientes específicos para funcionar de forma eficiente. Uma dieta equilibrada pode reduzir o risco de doenças neurológicas e favorecer a memória, a concentração e a agilidade mental. Alguns pontos importantes:

·         Ômega-3: presente em peixes como salmão, sardinha e atum, além de sementes de linhaça e chia, ajuda na manutenção das membranas neuronais e melhora a comunicação entre os neurônios.

·         Antioxidantes: frutas vermelhas, frutas cítricas, vegetais verdes e chá verde combatem o estresse oxidativo, prevenindo danos às células cerebrais.

·         Vitaminas e minerais: vitaminas do complexo B (B6, B12 e ácido fólico) e minerais como magnésio, zinco e ferro são essenciais para a produção de neurotransmissores e o metabolismo cerebral.

·         Hidratação: o cérebro é altamente sensível à desidratação, que pode afetar memória, concentração e humor. Beber água regularmente é crucial.

Evitar excesso de açúcares refinados, alimentos ultraprocessados e gorduras saturadas também contribui para a saúde cognitiva.

2 – Exercícios físicos e saúde cerebral

A prática regular de atividade física não beneficia apenas o corpo, mas também o cérebro:

·         Aumento do fluxo sanguíneo cerebral: melhora a oxigenação e a entrega de nutrientes aos neurônios.

·         Estimulação de fatores de crescimento neuronal: exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e natação, promovem a liberação de BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), que fortalece sinapses e favorece a memória.

·         Redução do risco de doenças neurodegenerativas: atividade física regular diminui o risco de Alzheimer, Parkinson e demências vasculares.

Mesmo atividades leves, como jardinagem ou alongamentos diários, podem trazer benefícios cognitivos significativos.

3 – Estímulos cognitivos e aprendizado contínuo

O cérebro é plástico, o que significa que pode se adaptar e criar novas conexões ao longo da vida. Para estimular a função cognitiva, é importante:

·         Aprender coisas novas: idiomas, instrumentos musicais, cursos online ou hobbies desafiadores.

·         Praticar jogos mentais: quebra-cabeças, palavras cruzadas, sudoku e aplicativos de treinamento cerebral fortalecem memória e atenção.

·         Leitura e escrita: ler regularmente e escrever contribuem para a ampliação de vocabulário, raciocínio lógico e expressão criativa.

Essas atividades ajudam a preservar a memória, a concentração e a capacidade de resolução de problemas.

4 – Sono de qualidade

O sono é fundamental para a consolidação da memória, o processamento de informações e a eliminação de toxinas acumuladas no cérebro:

·         Durma de 7 a 9 horas por noite: o descanso adequado melhora a atenção, o aprendizado e o equilíbrio emocional.

·         Estabeleça rotina: horários regulares para dormir e acordar regulam o ritmo circadiano.

·         Ambiente favorável: quarto escuro, silencioso e ventilado favorece a qualidade do sono.

Distúrbios do sono, como insônia e apneia, podem acelerar o declínio cognitivo e aumentar o risco de doenças neurológicas.

5 – Gestão do estresse e saúde emocional

O estresse crônico prejudica a saúde cerebral, afetando memória, concentração e equilíbrio emocional. Estratégias eficazes incluem:

·         Meditação e mindfulness: reduzem ansiedade, aumentam foco e estimulam regiões cerebrais ligadas à atenção.

·         Atividades de lazer e socialização: manter contatos sociais e hobbies prazerosos contribui para a saúde mental e cognitiva.

·         Terapia psicológica: ajuda a lidar com emoções, conflitos e padrões de pensamento que impactam o cérebro.

Cuidar da saúde emocional é tão importante quanto manter hábitos físicos e alimentares saudáveis.

6 – Evitar hábitos prejudiciais ao cérebro

Certos comportamentos aumentam o risco de comprometimento cognitivo e doenças neurológicas:

·         Tabagismo: reduz o fluxo sanguíneo cerebral e aumenta o risco de AVC e demências.

·         Consumo excessivo de álcool: prejudica a memória e a comunicação entre neurônios.

·         Sedentarismo e isolamento social: aumentam o risco de declínio cognitivo precoce.

Substituir esses hábitos por alternativas saudáveis favorece a preservação do cérebro.

7 – Monitoramento médico regular

Consultas regulares com profissionais de saúde, incluindo neurologistas, podem identificar precocemente sinais de doenças neurológicas ou alterações cognitivas. Exames preventivos e acompanhamento de fatores de risco, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, ajudam a proteger o cérebro ao longo da vida.

Cuidar do cérebro é um investimento contínuo em qualidade de vida. Alimentação equilibrada, exercícios físicos, sono adequado, estímulos cognitivos, saúde emocional e hábitos preventivos formam um conjunto de práticas que preservam as funções cognitivas em todas as fases da vida. Ao adotar esses hábitos, é possível manter memória, atenção, raciocínio e bem-estar mental, garantindo um envelhecimento saudável e ativo.

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Novembro Azul e a saúde do coração: duas causas que se complementam na prevenção masculina

O mês de novembro é marcado pela campanha Novembro Azul, dedicada à conscientização sobre a saúde do homem, com foco especial na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Porém, essa mobilização vai muito além desse único cuidado: é também uma oportunidade de reforçar a importância da saúde integral do homem — incluindo a saúde cardiovascular, que ainda é um dos maiores desafios quando falamos em qualidade de vida e longevidade masculina.

Por que falar de coração no Novembro Azul?

Apesar do câncer de próstata ser uma das principais doenças que afetam os homens, as doenças cardiovasculares (como infarto, insuficiência cardíaca e AVC) continuam sendo as maiores causas de morte no Brasil e no mundo.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que mais de 17 milhões de pessoas morrem por ano devido a problemas cardíacos — e boa parte desses casos poderia ser evitada com prevenção e mudanças de hábitos.

Entre os homens, o risco é ainda maior, já que muitos não mantêm consultas regulares, tendem a adiar exames e são mais resistentes a buscar apoio médico, o que atrasa o diagnóstico de problemas de saúde. Por isso, o Novembro Azul também é um convite para olhar com atenção para o coração.

Fatores de risco comuns entre câncer de próstata e doenças do coração

Curiosamente, alguns fatores de risco se sobrepõem quando falamos de câncer de próstata e doenças cardiovasculares:

·       Idade: a partir dos 50 anos, tanto o risco cardiovascular quanto o de câncer de próstata aumentam significativamente.

·       Sedentarismo: a falta de atividade física compromete tanto a saúde do coração quanto aumenta as chances de desenvolver câncer.

·       Má alimentação: dietas ricas em gordura saturada, ultraprocessados e excesso de sal afetam diretamente o coração e também podem influenciar a saúde da próstata.

·       Tabagismo e álcool: ambos elevam o risco de câncer e doenças cardíacas.

·       Histórico familiar: predisposição genética pode estar presente em ambos os casos.

Ou seja, ao adotar medidas de prevenção, o homem consegue proteger ao mesmo tempo o coração e a próstata.

Como cuidar da saúde do coração durante o Novembro Azul

O Novembro Azul é um ótimo momento para rever hábitos e investir em uma rotina mais saudável. Algumas medidas simples fazem diferença:

1 – Praticar atividade física regularmente

Ao menos 150 minutos de exercícios moderados por semana (como caminhada, corrida leve, bicicleta ou musculação) ajudam a controlar o peso, reduzir a pressão arterial e melhorar a circulação sanguínea.

2 – Manter uma alimentação equilibrada

Priorizar frutas, verduras, legumes, grãos integrais, carnes magras e reduzir o consumo de frituras, sal e açúcar é essencial para prevenir problemas cardíacos e manter o corpo saudável como um todo.

3 – Controlar o estresse

A pressão do dia a dia, quando não administrada, pode levar à hipertensão e comprometer o coração. Atividades relaxantes, hobbies e até práticas como meditação são aliados importantes.

4 – Realizar exames periódicos

O check-up regular deve incluir exames como colesterol, glicemia, pressão arterial, eletrocardiograma e, para homens a partir dos 50 anos, exames preventivos da próstata (PSA e toque retal, quando indicado).

5 – Abandonar o cigarro e reduzir o álcool

Fumar aumenta em até 70% o risco de doenças cardíacas e o álcool em excesso também é altamente prejudicial.

A importância do acompanhamento médico

Tanto no caso do câncer de próstata quanto das doenças cardiovasculares, o diagnóstico precoce pode salvar vidas. Consultar regularmente um médico, conversar sobre histórico familiar e não esperar os sintomas aparecerem são atitudes que fazem toda a diferença.

Novembro Azul: um lembrete para viver mais e melhor

Cuidar da saúde masculina vai muito além de um mês de campanha. O Novembro Azul nos lembra que homens também precisam de autocuidado e acompanhamento médico contínuo.

Ao mesmo tempo em que se fala em prevenção do câncer de próstata, é fundamental reforçar os cuidados com o coração — afinal, manter o sistema cardiovascular saudável significa ganhar qualidade de vida, energia e muitos anos a mais para aproveitar ao lado de quem se ama.

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Outubro Rosa e a saúde do coração: um olhar integral para o bem-estar da mulher

O mês de outubro é marcado pelo Outubro Rosa, campanha mundial de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. Durante esse período, o foco se volta para o cuidado, o autocuidado e a importância de realizar exames de rotina.

Mas quando falamos de saúde da mulher, é importante lembrar que o cuidado deve ser integral. Além da atenção ao câncer de mama, é fundamental olhar também para outro ponto crucial: a saúde do coração.

Por que falar de câncer de mama e saúde cardiovascular juntos?

Embora diferentes, esses dois temas se conectam de diversas formas:

·       Principais causas de morte em mulheres: enquanto o câncer de mama é o tipo de câncer que mais afeta mulheres no Brasil, as doenças cardiovasculares ainda são a principal causa de morte feminina em todo o mundo.

·       Fatores de risco em comum: sedentarismo, tabagismo, má alimentação, excesso de peso e estresse estão relacionados tanto ao câncer de mama quanto a problemas cardíacos.

·       Impactos do tratamento oncológico no coração: algumas terapias contra o câncer de mama podem ter efeitos colaterais cardiovasculares, tornando ainda mais importante o acompanhamento cardiológico durante o tratamento.

·       A importância da prevenção: em ambos os casos, mudanças de hábitos e acompanhamento médico regular são essenciais para reduzir riscos e salvar vidas.

O autocuidado como ponte entre as duas campanhas

O Outubro Rosa é um convite para a mulher olhar para si com mais atenção. Esse cuidado vai além do exame das mamas:

·       Alimentação equilibrada: previne tanto doenças cardiovasculares quanto alguns tipos de câncer.

·       Atividade física regular: fortalece o sistema cardiovascular e auxilia na regulação hormonal.

·       Controle do estresse: diminui a sobrecarga emocional e reduz riscos para o coração e para a imunidade.

·       Exames de rotina: mamografia, exames laboratoriais, avaliação ginecológica e cardiológica são fundamentais.

Saúde integral da mulher: uma visão necessária

O cuidado com a saúde feminina precisa ser visto como um todo. O Outubro Rosa, além de conscientizar sobre o câncer de mama, pode ser uma oportunidade para lembrar que a prevenção de doenças cardiovasculares também deve estar na lista de prioridades.

Cuidar do coração e prevenir o câncer de mama não são ações isoladas, mas partes de um mesmo movimento: o de viver com mais qualidade, vitalidade e bem-estar.

Prevenção que abraça todas as fases da vida

O Outubro Rosa é, sem dúvida, um momento de reflexão e ação. Mas que tal aproveitar esse período para ampliar a consciência sobre a saúde da mulher de forma completa?

Prevenir o câncer de mama e cuidar do coração andam lado a lado. Afinal, falar de vida saudável é falar de hábitos que fortalecem todo o organismo.

Neste Outubro Rosa, a mensagem é clara: mulher, cuide das suas mamas, cuide do seu coração, cuide de você por inteiro.

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Setembro Vermelho

Setembro Vermelho: conscientização sobre doenças cardiovasculares

O Setembro Vermelho é uma campanha de conscientização dedicada à saúde do coração e à prevenção das doenças cardiovasculares. No Brasil, essas enfermidades estão entre as principais causas de morte, superando inclusive alguns tipos de câncer e outras doenças crônicas.

O objetivo da campanha é alertar a população sobre fatores de risco, hábitos saudáveis e a importância do diagnóstico precoce para preservar a saúde cardiovascular.

Ao adotar um estilo de vida saudável e realizar exames de rotina, é possível reduzir drasticamente o risco de doenças cardiovasculares e garantir mais qualidade de vida.

 

Por que o Setembro Vermelho é tão importante?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), aproximadamente 14 milhões de brasileiros convivem com alguma doença cardiovascular, e cerca de 400 mil mortes por ano no país estão relacionadas a problemas no coração e nos vasos sanguíneos.

O mais alarmante é que muitas dessas mortes poderiam ser evitadas com prevenção e tratamento adequado.

 

Principais doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares afetam o coração e o sistema circulatório. Entre as mais comuns, estão:

  • Infarto agudo do miocárdio (ataque cardíaco) – causado pela obstrução das artérias coronárias.
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC) – interrupção do fluxo sanguíneo para o cérebro.
  • Insuficiência cardíaca – quando o coração perde a capacidade de bombear sangue adequadamente.
  • Arritmias – alterações no ritmo dos batimentos cardíacos.
  • Hipertensão arterial – pressão alta persistente, que sobrecarrega o coração e os vasos.

 

Fatores de risco para doenças cardiovasculares

Muitos fatores que aumentam o risco de doenças cardiovasculares estão ligados ao estilo de vida e podem ser controlados. Os principais são:

  • Sedentarismo;
  • Má alimentação (rica em gorduras, sal e açúcar);
  • Tabagismo;
  • Consumo excessivo de álcool;
  • Estresse crônico;
  • Obesidade;
  • Pressão alta e colesterol elevado;
  • Histórico familiar de doenças cardíacas.

 

Sinais de alerta para doenças cardiovasculares

Os sintomas podem variar, mas alguns sinais indicam que é hora de buscar atendimento médico imediatamente:

  • Dor ou pressão no peito;
  • Falta de ar;
  • Sudorese intensa;
  • Palpitações;
  • Tontura ou desmaio;
  • Formigamento ou fraqueza em um lado do corpo (especialmente em casos de AVC).

 

Prevenção: hábitos que fortalecem o coração

O Setembro Vermelho reforça que cuidar do coração é um compromisso diário. Entre as principais recomendações estão:

  1. Praticar atividade física regularmente.
  2. Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e proteínas magras.
  3. Controlar peso, pressão arterial e níveis de colesterol.
  4. Não fumar e evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
  5. Reduzir o estresse, reservando momentos para descanso e lazer.
  6. Realizar check-ups periódicos, especialmente a partir dos 40 anos ou mais cedo para quem tem fatores de risco.

 

O papel do diagnóstico precoce

Muitas doenças cardiovasculares evoluem silenciosamente, sem sintomas evidentes nas fases iniciais.

Exames como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e dosagem de colesterol e glicemia ajudam a identificar problemas antes que se tornem graves.

O acompanhamento médico regular aumenta significativamente as chances de tratamento bem-sucedido e de prevenção de complicações.

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Dieta mediterrânea: por que é uma das melhores opções para cuidar do coração?

Você já ouviu falar na dieta mediterrânea? Famosa no mundo todo, ela é considerada uma das formas mais saudáveis de comer, especialmente para quem quer proteger o coração.

A dieta mediterrânea é muito mais do que uma forma de se alimentar. É um estilo de vida saudável, gostoso e equilibrado, que pode fazer toda a diferença na saúde do coração e na qualidade de vida.

Você não precisa morar na Europa para adotá-la: com ingredientes simples do nosso dia a dia, é possível montar pratos saborosos e nutritivos. Seu corpo e seu coração vão agradecer.


O que é a dieta mediterrânea?

A dieta mediterrânea é inspirada nos hábitos alimentares de países como Grécia, Itália e Espanha. Nessas regiões, as pessoas costumam ter uma vida mais longa e saudável — e uma das razões é o que colocam no prato.

Essa alimentação é rica em alimentos naturais e frescos, como frutas, verduras, azeite, peixes e grãos integrais. Além disso, ela evita frituras, produtos industrializados, açúcar em excesso e refrigerantes.


Por que ela faz tão bem para o coração?

Muitos estudos mostram que a dieta mediterrânea ajuda a prevenir doenças do coração. Veja alguns dos motivos:

·       Reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o colesterol bom (HDL);

·       Ajuda a controlar a pressão arterial;

·       Melhora a circulação do sangue;

·       Combate a inflamação no corpo, que pode causar problemas no coração;

·       Ajuda a manter o peso saudável, o que também é bom para o coração.

Além disso, quem segue esse estilo de alimentação tem menos risco de sofrer infartos, derrames e outros problemas cardiovasculares.

O que comer na dieta mediterrânea?

A base da dieta é simples: comer comida de verdade. Veja os principais grupos de alimentos:

  • Pode comer com frequência:

·       Frutas e verduras (todos os dias);

·       Azeite de oliva extra virgem (para temperar e cozinhar);

·       Feijão, lentilha, grão-de-bico e outras leguminosas;

·       Castanhas e nozes;

·       Peixes e frutos do mar (de 2 a 3 vezes por semana);

·       Grãos integrais (como arroz integral, aveia, pão integral).


  • Pode comer com moderação:

·       Frango e ovos;

·       Laticínios como queijo branco e iogurte natural;

·       Vinho tinto, de preferência durante as refeições (somente para quem já bebe e sem exagero).


  • Melhor evitar:

·       Carnes vermelhas e embutidos (presunto, linguiça, salsicha);

·       Doces, refrigerantes e produtos industrializados;

·       Alimentos fritos ou com muita gordura ruim.


Exemplo de cardápio simples

  • Café da manhã

·       Iogurte natural com frutas picadas e aveia

·       Café sem açúcar ou com pouco açúcar


  • Almoço

·       Arroz integral com lentilha

·       Filé de peixe grelhado

·       Salada de folhas, tomate, pepino e azeite de oliva

·       Uma fruta de sobremesa


  • Lanche da tarde

·       Castanhas e uma fruta ou pão integral com azeite e tomate


  • Jantar

·       Macarrão integral com molho de tomate natural e frango desfiado

·       Legumes cozidos no vapor


Dicas para adotar a dieta mediterrânea

·       Cozinhe mais em casa, com ingredientes naturais;

·       Leve marmita para o trabalho quando possível;

·       Evite fazer compras com fome — isso ajuda a não comprar besteiras;

·       Faça as refeições com calma e aproveite o momento;

·       Se puder, caminhe ou se exercite todos os dias — isso completa os benefícios da dieta.


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Como o frio afeta o coração e quais cuidados tomar no inverno?

Com a chegada do inverno, além de nos preocuparmos com doenças respiratórias, é fundamental dar atenção à saúde do coração. As baixas temperaturas têm impacto direto no sistema cardiovascular e podem agravar condições preexistentes, aumentando o risco de eventos como infarto, AVC e insuficiência cardíaca, especialmente em pessoas com fatores de risco ou doenças cardíacas já diagnosticadas.


Por que o frio afeta o coração?

Durante o inverno, o organismo sofre algumas adaptações fisiológicas para conservar calor e manter a temperatura corporal. Essas mudanças afetam diretamente o sistema cardiovascular. Veja como isso acontece:

     1. Vasoconstrição

No frio, os vasos sanguíneos se contraem (vasoconstrição) para conservar calor no corpo. Isso aumenta a pressão arterial e sobrecarrega o coração, que precisa trabalhar mais para bombear o sangue.

     2. Aumento da pressão arterial

Com a vasoconstrição, a pressão arterial tende a subir, elevando o risco de complicações cardíacas como o infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC).

     3. Maior liberação de hormônios do estresse

O frio estimula a liberação de hormônios como adrenalina e noradrenalina, que aumentam a frequência cardíaca e a pressão arterial, exigindo mais do coração.

     4. Maior incidência de infecções respiratórias

Gripes e pneumonias, mais comuns no inverno, também sobrecarregam o sistema cardiovascular, especialmente em idosos e pessoas com insuficiência cardíaca.


Quem corre mais risco de ter problemas cardíacos no inverno?

Embora o frio possa afetar a todos, alguns grupos são mais vulneráveis aos seus efeitos sobre o coração:

·       Idosos;

·       Hipertensos;

·       Pessoas com colesterol alto;

·       Diabéticos;

·       Pessoas com histórico de doenças cardíacas ou AVC;

·       Sedentários ou com sobrepeso;

·       Fumantes.

Esses grupos devem redobrar a atenção e seguir rigorosamente os cuidados com a saúde cardiovascular no inverno.


Sinais de alerta

É importante reconhecer alguns sintomas que podem indicar uma emergência cardíaca durante o frio. Os mais comuns incluem:

·       Dor no peito (que pode irradiar para o braço esquerdo, costas ou mandíbula);

·       Falta de ar;

·       Tontura ou desmaio;

·       Suor frio;

·       Palpitações;

·       Cansaço excessivo sem motivo aparente.

Se você ou alguém apresentar esses sintomas, procure atendimento médico imediatamente.


Cuidados essenciais com o coração no inverno

Manter o coração saudável durante o inverno exige atenção e alguns cuidados específicos. Veja as principais recomendações:

  • Mantenha-se agasalhado

Evite exposições prolongadas ao frio. Use roupas adequadas, luvas, meias e gorros para conservar o calor corporal, especialmente ao sair de casa de manhã cedo ou à noite.

  • Aqueça o ambiente

Manter os ambientes internos aquecidos reduz os efeitos do frio sobre o corpo. Porém, cuidado com o uso excessivo de aquecedores e lareiras, que podem ressecar o ar e aumentar o risco de doenças respiratórias.

  • Monitore a pressão arterial

Quem tem hipertensão deve medir a pressão com regularidade. Se notar alterações frequentes, procure orientação médica para ajuste da medicação.

  • Mantenha uma alimentação saudável

Alimentos gordurosos e pesados são mais tentadores no inverno, mas é importante manter uma dieta equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais, que ajudam a controlar colesterol e pressão arterial.

  • Não abandone a atividade física

O frio pode desmotivar a prática de exercícios, mas manter uma rotina de atividades físicas é essencial para a saúde cardiovascular. Prefira horários mais quentes do dia e locais protegidos do vento.

  • Evite o tabagismo e o consumo excessivo de álcool

Esses hábitos prejudicam ainda mais o sistema cardiovascular, especialmente no frio.

  • Cuidado com banhos muito quentes

Mudanças bruscas de temperatura, como sair de um banho quente para um ambiente gelado, podem causar alterações súbitas na pressão arterial.

  • Controle o estresse

A ansiedade e o estresse também afetam o coração. Pratique atividades relaxantes como meditação, leitura, música ou hobbies em casa.


Acompanhamento médico: uma estratégia fundamental

Durante o inverno, o acompanhamento com um cardiologista torna-se ainda mais importante. Pessoas com doenças crônicas devem manter os exames em dia e seguir corretamente o uso de medicamentos prescritos.

Se você faz parte do grupo de risco, converse com seu médico sobre os cuidados adicionais que pode adotar nessa estação.


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O papel das fibras na saúde do coração e na redução do colesterol

As fibras alimentares desempenham um papel fundamental na promoção da saúde do coração e na redução do colesterol. Presentes em alimentos de origem vegetal, como frutas, vegetais, cereais integrais e leguminosas, as fibras são essenciais para o funcionamento adequado do organismo.

O consumo apropriado de fibras é um dos pilares para a manutenção da saúde cardiovascular. Elas ajudam a reduzir o colesterol, controlar a pressão arterial, regular os níveis de glicose e diminuir a inflamação, promovendo um coração mais saudável.

Incluir uma variedade de fontes de fibras na alimentação diária pode trazer benefícios duradouros e prevenir doenças cardíacas. Portanto, faça escolhas alimentares conscientes e aproveite todas as vantagens que as fibras podem oferecer!


O que são as fibras alimentares?

As fibras alimentares são partes dos alimentos vegetais que o organismo não digere completamente. Elas são classificadas em dois tipos principais:

·       Fibras solúveis: dissolvem-se em água, formando uma substância viscosa no trato digestivo. Exemplos incluem pectina, beta-glucana e mucilagens, encontradas em frutas cítricas, aveia, cevada, leguminosas e sementes de chia.

·       Fibras insolúveis: não se dissolvem em água e ajudam a aumentar o volume das fezes, facilitando o trânsito intestinal. Estão presentes em cereais integrais, nozes, sementes e vegetais folhosos.

Ambos os tipos de fibra são importantes para a saúde, mas as fibras solúveis são especialmente eficazes na redução do colesterol e na proteção cardiovascular.


Como as fibras contribuem para a saúde do coração?

1 – Redução do colesterol ruim (LDL)

As fibras solúveis ajudam a reduzir os níveis de colesterol LDL (lipoproteína de baixa densidade), conhecido como colesterol “ruim”. Isso ocorre porque essas fibras se ligam aos ácidos biliares no intestino, que contêm colesterol. Como resultado, o corpo precisa usar mais colesterol para produzir novos ácidos biliares, reduzindo sua concentração no sangue.


2 – Controle da pressão arterial

Dietas ricas em fibras estão associadas a uma menor pressão arterial. Isso pode ser atribuído a diversos fatores, como a redução da absorção de gorduras e a melhora na saúde dos vasos sanguíneos.


3 – Regulação dos níveis de açúcar no sangue

O consumo adequado de fibras solúveis retarda a absorção de glicose no intestino, prevenindo picos de açúcar no sangue. Isso reduz o risco de diabetes tipo 2, um dos fatores de risco para doenças cardiovasculares.


4 – Redução da inflamação

A inflamação crônica está associada ao desenvolvimento de doenças cardíacas. As fibras alimentares ajudam a reduzir marcadores inflamatórios no corpo, promovendo um efeito protetor sobre o sistema cardiovascular.


5 – Controle do peso corporal

O consumo de fibras aumenta a sensação de saciedade, reduzindo a ingestão calórica e auxiliando no controle do peso, um fator essencial para manter o coração saudável.


Quais alimentos são ricos em fibras?

Para obter os benefícios das fibras na saúde do coração, é importante consumir uma variedade de alimentos ricos nesse nutriente. Algumas boas fontes incluem:

·       Aveia e cevada: ricas em beta-glucana, uma fibra solúvel eficaz na redução do colesterol.

·       Leguminosas: feijão, lentilha, grão-de-bico e ervilha são excelentes fontes de fibras solúveis.

·       Frutas: maçã, laranja, pera, morango e banana contêm fibras que ajudam no controle do colesterol.

·       Sementes e oleaginosas: linhaça, chia, amêndoas e nozes contribuem para a saúde cardiovascular.

·       Cereais integrais: arroz integral, quinoa e pão integral são boas fontes de fibras insolúveis e solúveis.

·       Vegetais: brócolis, cenoura, espinafre e couve garantem um bom aporte de fibras.


Quanto de fibra consumir por dia?

A recomendação diária de fibras varia de acordo com a idade e o sexo:

·       Mulheres: cerca de 25g por dia.

·       Homens: cerca de 38g por dia.

No entanto, a maioria das pessoas consome menos do que o necessário. Para aumentar a ingestão de fibras, é recomendável incluir mais alimentos integrais na dieta e evitar produtos ultraprocessados.


Dicas para aumentar o consumo de fibras

·       Substitua alimentos refinados por integrais, como pão branco por pão integral e arroz branco por arroz integral.

·       Adicione sementes (chia, linhaça) às refeições, como iogurtes e vitaminas.

·       Inclua mais frutas e vegetais em todas as refeições, preferindo consumir as cascas sempre que possível.

·       Incremente sopas e saladas com leguminosas e cereais integrais.

·       Beba bastante água, pois a hidratação adequada potencializa os efeitos das fibras no organismo.


Consulta com cardiologista e nutricionista na CTCor

É extremamente importante marcar uma consulta com o cardiologista e também com o nutricionista para fazer um check-up geral e saber como está sua saúde, além de receber a orientação adequada sobre dieta alimentar. Entre em contato conosco e agende um horário com os nossos especialistas!

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O impacto da poluição na saúde cardiovascular

A poluição do ar é um dos principais desafios ambientais da atualidade e um fator de risco significativo para doenças cardiovasculares. Estudos mostram que a exposição a poluentes como material particulado (MP), dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e monóxido de carbono (CO) pode levar ao desenvolvimento e agravamento de condições como hipertensão, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).

A conscientização sobre seus efeitos da poluição do ar e a adoção de medidas para reduzir a exposição são fundamentais para a prevenção de doenças cardíacas.

Investir em políticas públicas para a melhoria da qualidade do ar pode salvar milhares de vidas anualmente e garantir um futuro mais saudável para todos.


Como a poluição afeta o sistema cardiovascular?

A inalação de poluentes atmosféricos pode desencadear processos inflamatórios e estresse oxidativo, afetando diretamente os vasos sanguíneos e o coração. Os principais mecanismos de impacto da poluição na saúde cardiovascular incluem:

·       Inflamação sistêmica: a exposição prolongada a poluentes leva a um aumento na liberação de citocinas inflamatórias, que podem contribuir para o desenvolvimento de aterosclerose.

·       Estresse oxidativo: a poluição promove um desequilíbrio entre radicais livres e antioxidantes no organismo, danificando células e tecidos.

·       Disfunção endotelial: o endotélio, camada interna dos vasos sanguíneos, pode ser comprometido pela poluição, dificultando a regulação da pressão arterial e aumentando o risco de coágulos.

·       Alterações na variabilidade da frequência cardíaca: a poluição pode afetar o controle autonômico do coração, elevando o risco de arritmias e morte súbita.


Principais doenças cardiovasculares relacionadas à poluição

Os poluentes ambientais estão associados a diversas doenças cardiovasculares, incluindo:

·       Hipertensão arterial: o aumento na pressão arterial é uma consequência direta da inflamação e do estresse oxidativo.

·       Doença arterial coronariana (DAC): a aterosclerose pode ser acelerada pela exposição crônica à poluição.

·       Infarto agudo do miocárdio: partículas ultrafinas presentes na poluição podem induzir eventos trombóticos e aumentar o risco de infartos.

·       Acidente vascular cerebral (AVC): a poluição do ar está relacionada ao aumento da incidência de AVCs, devido ao seu impacto na pressão arterial e na coagulação sanguínea.

·       Insuficiência cardíaca: a exposição prolongada a poluentes pode levar ao agravamento de condições cardíacas preexistentes.


Grupos mais vulneráveis

Algumas populações estão mais suscetíveis aos efeitos da poluição sobre o sistema cardiovascular, incluindo:

·       Idosos, que têm maior propensão a doenças crônicas;

·       Crianças, cujos sistemas cardiorrespiratórios ainda estão em desenvolvimento;

·       Pessoas com doenças preexistentes, como diabetes e hipertensão;

·       Indivíduos que vivem em áreas urbanas e industriais, onde a poluição é mais intensa.


Medidas para reduzir os riscos

Reduzir a exposição à poluição do ar é essencial para proteger a saúde cardiovascular. Algumas estratégias incluem:

·       Monitoramento da qualidade do ar: evitar sair de casa em dias de alta concentração de poluentes.

·       Uso de máscaras: equipamentos como as máscaras N95 podem filtrar partículas nocivas.

·       Redução do tráfego e uso de transportes sustentáveis: o incentivo ao transporte público e bicicletas reduz a emissão de poluentes.

·       Criação de espaços verdes: o aumento da vegetação urbana melhora a qualidade do ar.

·       Mudanças nos hábitos domésticos: evitar queima de lixo e utilizar purificadores de ar dentro de casa.


Consulta com cardiologista e exames cardiológicos na CTCor

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Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA): o que é e por que é importante?

A pressão arterial elevada é uma das condições de saúde mais comuns e preocupantes, sendo um fator de risco significativo para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

A Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) surge como uma ferramenta essencial para acompanhar a saúde cardiovascular de forma prática, acessível e extremamente eficaz.

Ao integrá-la à rotina de acompanhamento médico, é possível obter um controle mais detalhado da pressão arterial, prevenir complicações e alcançar resultados mais consistentes no tratamento.

 

O que é a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA)?

A Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) consiste no registro periódico da pressão arterial em casa, por meio de aparelhos automáticos e validados.

Esse método permite uma avaliação mais precisa das variações da pressão ao longo do dia e de vários dias, oferecendo informações complementares às medições feitas no consultório médico.

 

Como funciona a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA)?

  1. Frequência e duração
    • A MRPA é realizada por 5 dias consecutivos.
    • São feitas duas medições diárias, uma pela manhã e outra à noite.

 

  1. Procedimento correto
    Para garantir a precisão das medições:
    • O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 5 minutos antes da medição.
    • A pressão deve ser medida na posição sentada, com o braço apoiado na altura do coração.
    • Evite exercícios físicos, cafeína ou tabaco pelo menos 30 minutos antes da medição.

 

  1. Registro dos dados
    • Os valores medidos podem ser anotados manualmente ou armazenados digitalmente no aparelho.
    • Esses registros serão analisados posteriormente pelo médico.

 

Benefícios da Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA)

  • Diagnóstico mais preciso:

A MRPA ajuda a identificar situações como:

·       Hipertensão do avental branco: Pressão arterial elevada apenas no consultório médico.

·       Hipertensão mascarada: Pressão arterial normal no consultório, mas elevada em casa.

 

  • Monitoramento contínuo:

Permite avaliar a eficácia do tratamento anti-hipertensivo e realizar ajustes, se necessário.

 

  • Engajamento do paciente:

Ao participar ativamente do monitoramento, o paciente se torna mais consciente de sua saúde e aderente ao tratamento.

 

  • Redução de custos:

Evita visitas desnecessárias ao consultório e exames mais complexos.

 

Quando a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) é indicada?

·       Suspeita de hipertensão do avental branco ou mascarada.

·       Avaliação de pacientes com diagnóstico recente de hipertensão.

·       Monitoramento de pacientes em uso de medicamentos anti-hipertensivos.

·       Pacientes com condições associadas, como diabetes, doenças renais ou cardiovasculares.

 

MRPA x MAPA: Qual a diferença?

Embora a MRPA e a MAPA sejam exames complementares, elas possuem diferenças importantes:
– MRPA:
• Feita em casa pelo próprio paciente.
• Mede a pressão em momentos específicos (manhã e noite) por vários dias.
• Mais confortável, pois não exige medições frequentes ao longo do dia.

– MAPA:
• Utiliza um aparelho que mede automaticamente a pressão durante 24 horas.
• Inclui medições durante o sono e atividades diárias.
• Pode ser um pouco mais incômodo, pois realiza medições frequentes.

 

Como a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) contribui para a saúde cardiovascular?

A Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) não só auxilia no diagnóstico e monitoramento da hipertensão como também promove uma maior conexão entre o paciente e seu tratamento.

Essa abordagem personalizada permite ajustes mais rápidos e precisos na terapia, reduzindo riscos de complicações e melhorando a qualidade de vida do indivíduo.

 

Consulta com cardiologista e Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) na CTCor

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